segunda-feira, 25 de agosto de 2014
terça-feira, 19 de agosto de 2014
segunda-feira, 28 de julho de 2014
segunda-feira, 12 de agosto de 2013
Seu Filho é Psicopata
O que é um psicopata?
A psicopatia é uma desordem de personalidade cuja característica principal é a falta de empatia. O psicopata, segundo Robert Hareum, é um predador que usa charme, manipulação, intimidação, sexo e violência para controlar outros e satisfazer suas próprias necessidades egoístas, violando normas sociais sem culpa ou remorso.
Principais características: podem ser observadas desde a infância até a vida adulta.
Há um padrão persistente representado por certas características, comportamentais na infância e adolescência:
Por outro lado, há o Superego, que se desenvolve desde o inicio da vida até os 8 anos, quando a criança assimila as regras de comportamento ensinadas pelos pais pelo sistema de recompensas e punições (normalmente psicopata não desenvolvem sentimentos de certo e errado). A terceira parte, chamada de Ego, é o mediador de vontades do Id e do Superego. Enquanto o id deseja algo cegamente, o ego tem consciência da realidade, atribuído pelo superego, e regula o id.
Por Sérgio Costa.
A psicopatia é uma desordem de personalidade cuja característica principal é a falta de empatia. O psicopata, segundo Robert Hareum, é um predador que usa charme, manipulação, intimidação, sexo e violência para controlar outros e satisfazer suas próprias necessidades egoístas, violando normas sociais sem culpa ou remorso.
Principais características: podem ser observadas desde a infância até a vida adulta.
Há um padrão persistente representado por certas características, comportamentais na infância e adolescência:
- Mentiras frequentes.
- Crueldades com animais, coleguinhas, irmãos dentre outros.
- Condutas desafiantes às figuras de autoridades.
- Impulsividade.
- Irresponsabilidade.
- Baixa tolerância à frustação.
- Tendência a culpar os outros por erros cometidos.
- Insensibilidade ou frieza emocional.
- Ausência de culpa ou remorso.
- Falta de constrangimento em manter amizade.
- Violação de regras sociais.
- Sexualidade exacerbada.
Por outro lado, há o Superego, que se desenvolve desde o inicio da vida até os 8 anos, quando a criança assimila as regras de comportamento ensinadas pelos pais pelo sistema de recompensas e punições (normalmente psicopata não desenvolvem sentimentos de certo e errado). A terceira parte, chamada de Ego, é o mediador de vontades do Id e do Superego. Enquanto o id deseja algo cegamente, o ego tem consciência da realidade, atribuído pelo superego, e regula o id.
Por Sérgio Costa.
domingo, 4 de agosto de 2013
A exclusão social está relacionada ao processo de expulsão do mercado de trabalho
A particularização do sujeito portador de transtorno mental, incluindo a necessidade de tratamento e adequação das medidas de segurança pública com o estado próprio destes indivíduos, só veio com o advento da Psiquiatria Moderna, em 1794, quase duzentos anos após o início das Grandes Internações. A loucura, então, recebe o "status" de doença. Trata-se da chamada Primeira Revolução Psiquiátrica, liderada pelo médico francês Philippe Pinel, o qual agia em consonância com os ideais racionalistas e humanitários próprios da Revolução Francesa.
O tratamento moral disseminou-se na comunidade médica da época como um modelo a ser seguido, inclusive com bons resultados em relação aos padrões anteriores. No entanto, os anos seguintes, com o próprio processo posterior à Revolução Industrial, trouxeram uma explosão no número de admissões nos asilos, o que não pôde ser acompanhado pela atenção terapêutica, que deveria se dar de forma individual. O resultado foi a redução nos índices de melhoria, a falta de expectativa na recuperação e a degradação destes espaços, que se transformaram e verdadeiros depósitos humanos. Desta forma, eram refletidos na reclusão os mesmos mecanismos opressores que o mundo exterior impunha ao doente mental
Sem analisar os infindáveis questionamentos a respeito de ter este momento histórico representado a verdadeira libertação dos doentes mentais, ou somente a mudança dos grilhões, como afirmam os adeptos da antipsiquiatria, o fato é que se iniciou o chamado "tratamento moral". Este, pela primeira vez, inseriu a noção de que a loucura não é um destino irremediável, mas sim uma patologia que, como tantas outras, pode ser sanada em vários casos mediante o tratamento adequado. Não houve extinção do isolamento aplicável aos doentes mentais, mas estes passaram a ser recolhidos em locais próprios (asilos), onde recebiam auxílio humanitário e médico, alimentação e atividades terapêuticas.
A exclusão social está relacionada a um processo de expulsão do mercado de trabalho, fragilização social e impossibilidade de exercício da cidadania, sendo que, para construção da inclusão social, o sujeito deve ser capaz de conduzir a sua própria história.
É possível identificar que as pessoas com transtornos mentais ainda estão entre as mais excluídas da sociedade.
Na complexa relação entre exclusão social e doença mental, muitos dos elementos característicos da exclusão social (como desemprego, baixa renda e falta de rede social) são, ao mesmo tempo, causas e consequências da doença mental. O indivíduo se insere na sociedade, assimilando e participando do cotidiano da comunidade. As atividades do dia a dia de cada pessoa estão relacionadas com as atividades cotidianas de sua família, amigos, colegas de trabalho, constituindo uma trama de relações sociais vinculadas a estas diferentes atividades. Nessa trama, o indivíduo pode apropriar-se, a seu modo, da realidade e colocar a marca de sua personalidade, mantendo sua particularidade e construindo uma vida inserida na
sociedade. Como categoria analítica, nesta investigação, foi utilizado o conceito de Reabilitação Psicossocial, que procura estabelecer melhores negociações entre as necessidades dos pacientes e as oportunidades do contexto.
Em síntese, pode-se entender que os pressupostos da
Reabilitação Psicossocial são: a construção de uma nova forma de vida autônoma, inserida na sociedade; o processo de restituição do poder contratual do usuário, que se desenvolve nos cenários hábitat, mercado e trabalho, considerados espaços de troca; e a referência a micro e macro variáveis do contexto social que determinam resultados para a Reabilitação Psicossocial.
Assim, este estudo foi desenvolvido com a finalidade de contribuir para a assistência ao paciente psiquiátrico, auxiliando no processo de sua inserção social.
Por Sérgio Costa.
quarta-feira, 17 de julho de 2013
O que é o café com Psicanalista
Por Profº Sérgio Costa
O café com psicanalista é um espaço de encontros virtuais onde vários temas serão debatidos e estarão a disposição dos nossos leitores para que eles possam fazer suas reflexões sobre sua angustia como seres humanos e seus anseios em torna-se um bom profissional tamanha a exigência que o mercado de trabalho nos exigi hoje. Não perdendo a qualidade de vida. Este espaço sai do virtual e se torna presencial pois o seu presidente Profº Dr. Sérgio Costa esta desenvolvendo metodologia e técnicas que estarão a disposição dos nosso leitores ,e daqueles que quiseram desenvolver o método FAC em sua empresa para qualificação dos seus funcionários enquanto seres humanos . O que é FAC : força acelerada de crescimento, uma metodologia desenvolvida pelo NEPP para tornar consciente em um tempo reduzido as crenças limitadoras que impede o ser humano de manter o seu equilíbrio emocional assim o prejudicando no seu desempenho profissional. Através de nossa metodologia: estamos colocando a disposição dos nossos leitores a condição de criar a capacidade de reflexão,Incentivo para alcançar o sucesso e evolução . Estamos na era da informação, Informação é o que não só se acha nos livros, mas sim na transmissão de profissionais mais experientes com capacidade didática para transmiti-la. Conhecimento: é a capacidade de usar a informação. A competição global gera mercado cada vez mais exigente.
Precisamos desenvolver
Novas habilidades;
Novas atitudes;
Equilíbrio emocional;
Qualidade de vida.
segunda-feira, 15 de julho de 2013
Divas Insanas.
Divas Insanas.
A base de cada sociedade humana é o processo de trabalho, seres humanos cooperando entre si para fazer uso das forças da natureza e, portanto, para satisfazer suas necessidades. O produto do trabalho deve, antes de tudo, responder a algumas necessidades humanas. Deve, em outras palavras, ser útil. Marx chama-o valor de uso. Seu valor se assenta primeiro e principalmente em ser útil para alguém. Este sentimento é muito arraigado nas mulheres, por isso elas disputam tanto. A partir deste ponto eu considero que às mulheres não conseguem perceber o seu valor real. Para se tornar irresistível..., mulherão tem que partir do preceito de que elas são produtoras de natureza; (pois só elas podem gerar filhos)..., que consideram de sua posse . Tem quem aprender a doar..., ou melhor, dividir. O dividir ao dar ao doar como queiram é que deixa os homens..., loucos atrás de vocês querendo cada vez mais; estar sem estar dar sem se entregar; ser dominada para dominar são alguns temas que eu trabalho.
"Se Você possui conhecimento, deixe os outros acenderem suas velas nele". Margaret Fuller filósofa.
Bom aqui é parte do meu artigo e livro que desenvolvo a partir do workshop Divas insanas. Se você se interessar venha fazer uma consulta como se tornar um mulherão irresistível. Quem entende o que é ser mulher! O que a mulher pode dar melhor de si para um homem é só o homem, psiquicamente pode falar. Até por que a mulher é concorrente de mulher. Até a próxima dica beijos.
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