quinta-feira, 22 de agosto de 2019
quarta-feira, 21 de agosto de 2019
terça-feira, 17 de março de 2015
Case Luciana Gonçalves
"Aquilo que ontem nos angustiou, hoje não mais existe! Se foi para sempre! Ficou o aprendizado, a sabedoria e a certeza de sabermos lidar melhor com as situações que a Vida nos apresentar. E assim seguir, com a cabeça erguida, o coração tranquilo e a alma em paz!"
Nicoli Miranda
Case Irmã Francisca
Ser feliz
Fernando Pessoa
Ser feliz é encontrar força no perdão, esperança nas batalhas, segurança no medo, amor nos desencontros... É agradecer a Deus a cada minuto pelo milagre da vida!
quarta-feira, 11 de março de 2015
quinta-feira, 5 de março de 2015
segunda-feira, 25 de agosto de 2014
terça-feira, 19 de agosto de 2014
segunda-feira, 28 de julho de 2014
segunda-feira, 12 de agosto de 2013
Seu Filho é Psicopata
O que é um psicopata?
A psicopatia é uma desordem de personalidade cuja característica principal é a falta de empatia. O psicopata, segundo Robert Hareum, é um predador que usa charme, manipulação, intimidação, sexo e violência para controlar outros e satisfazer suas próprias necessidades egoístas, violando normas sociais sem culpa ou remorso.
Principais características: podem ser observadas desde a infância até a vida adulta.
Há um padrão persistente representado por certas características, comportamentais na infância e adolescência:
Por outro lado, há o Superego, que se desenvolve desde o inicio da vida até os 8 anos, quando a criança assimila as regras de comportamento ensinadas pelos pais pelo sistema de recompensas e punições (normalmente psicopata não desenvolvem sentimentos de certo e errado). A terceira parte, chamada de Ego, é o mediador de vontades do Id e do Superego. Enquanto o id deseja algo cegamente, o ego tem consciência da realidade, atribuído pelo superego, e regula o id.
Por Sérgio Costa.
A psicopatia é uma desordem de personalidade cuja característica principal é a falta de empatia. O psicopata, segundo Robert Hareum, é um predador que usa charme, manipulação, intimidação, sexo e violência para controlar outros e satisfazer suas próprias necessidades egoístas, violando normas sociais sem culpa ou remorso.
Principais características: podem ser observadas desde a infância até a vida adulta.
Há um padrão persistente representado por certas características, comportamentais na infância e adolescência:
- Mentiras frequentes.
- Crueldades com animais, coleguinhas, irmãos dentre outros.
- Condutas desafiantes às figuras de autoridades.
- Impulsividade.
- Irresponsabilidade.
- Baixa tolerância à frustação.
- Tendência a culpar os outros por erros cometidos.
- Insensibilidade ou frieza emocional.
- Ausência de culpa ou remorso.
- Falta de constrangimento em manter amizade.
- Violação de regras sociais.
- Sexualidade exacerbada.
Por outro lado, há o Superego, que se desenvolve desde o inicio da vida até os 8 anos, quando a criança assimila as regras de comportamento ensinadas pelos pais pelo sistema de recompensas e punições (normalmente psicopata não desenvolvem sentimentos de certo e errado). A terceira parte, chamada de Ego, é o mediador de vontades do Id e do Superego. Enquanto o id deseja algo cegamente, o ego tem consciência da realidade, atribuído pelo superego, e regula o id.
Por Sérgio Costa.
domingo, 4 de agosto de 2013
A exclusão social está relacionada ao processo de expulsão do mercado de trabalho
A particularização do sujeito portador de transtorno mental, incluindo a necessidade de tratamento e adequação das medidas de segurança pública com o estado próprio destes indivíduos, só veio com o advento da Psiquiatria Moderna, em 1794, quase duzentos anos após o início das Grandes Internações. A loucura, então, recebe o "status" de doença. Trata-se da chamada Primeira Revolução Psiquiátrica, liderada pelo médico francês Philippe Pinel, o qual agia em consonância com os ideais racionalistas e humanitários próprios da Revolução Francesa.
O tratamento moral disseminou-se na comunidade médica da época como um modelo a ser seguido, inclusive com bons resultados em relação aos padrões anteriores. No entanto, os anos seguintes, com o próprio processo posterior à Revolução Industrial, trouxeram uma explosão no número de admissões nos asilos, o que não pôde ser acompanhado pela atenção terapêutica, que deveria se dar de forma individual. O resultado foi a redução nos índices de melhoria, a falta de expectativa na recuperação e a degradação destes espaços, que se transformaram e verdadeiros depósitos humanos. Desta forma, eram refletidos na reclusão os mesmos mecanismos opressores que o mundo exterior impunha ao doente mental
Sem analisar os infindáveis questionamentos a respeito de ter este momento histórico representado a verdadeira libertação dos doentes mentais, ou somente a mudança dos grilhões, como afirmam os adeptos da antipsiquiatria, o fato é que se iniciou o chamado "tratamento moral". Este, pela primeira vez, inseriu a noção de que a loucura não é um destino irremediável, mas sim uma patologia que, como tantas outras, pode ser sanada em vários casos mediante o tratamento adequado. Não houve extinção do isolamento aplicável aos doentes mentais, mas estes passaram a ser recolhidos em locais próprios (asilos), onde recebiam auxílio humanitário e médico, alimentação e atividades terapêuticas.
A exclusão social está relacionada a um processo de expulsão do mercado de trabalho, fragilização social e impossibilidade de exercício da cidadania, sendo que, para construção da inclusão social, o sujeito deve ser capaz de conduzir a sua própria história.
É possível identificar que as pessoas com transtornos mentais ainda estão entre as mais excluídas da sociedade.
Na complexa relação entre exclusão social e doença mental, muitos dos elementos característicos da exclusão social (como desemprego, baixa renda e falta de rede social) são, ao mesmo tempo, causas e consequências da doença mental. O indivíduo se insere na sociedade, assimilando e participando do cotidiano da comunidade. As atividades do dia a dia de cada pessoa estão relacionadas com as atividades cotidianas de sua família, amigos, colegas de trabalho, constituindo uma trama de relações sociais vinculadas a estas diferentes atividades. Nessa trama, o indivíduo pode apropriar-se, a seu modo, da realidade e colocar a marca de sua personalidade, mantendo sua particularidade e construindo uma vida inserida na
sociedade. Como categoria analítica, nesta investigação, foi utilizado o conceito de Reabilitação Psicossocial, que procura estabelecer melhores negociações entre as necessidades dos pacientes e as oportunidades do contexto.
Em síntese, pode-se entender que os pressupostos da
Reabilitação Psicossocial são: a construção de uma nova forma de vida autônoma, inserida na sociedade; o processo de restituição do poder contratual do usuário, que se desenvolve nos cenários hábitat, mercado e trabalho, considerados espaços de troca; e a referência a micro e macro variáveis do contexto social que determinam resultados para a Reabilitação Psicossocial.
Assim, este estudo foi desenvolvido com a finalidade de contribuir para a assistência ao paciente psiquiátrico, auxiliando no processo de sua inserção social.
Por Sérgio Costa.
quarta-feira, 17 de julho de 2013
O que é o café com Psicanalista
Por Profº Sérgio Costa
O café com psicanalista é um espaço de encontros virtuais onde vários temas serão debatidos e estarão a disposição dos nossos leitores para que eles possam fazer suas reflexões sobre sua angustia como seres humanos e seus anseios em torna-se um bom profissional tamanha a exigência que o mercado de trabalho nos exigi hoje. Não perdendo a qualidade de vida. Este espaço sai do virtual e se torna presencial pois o seu presidente Profº Dr. Sérgio Costa esta desenvolvendo metodologia e técnicas que estarão a disposição dos nosso leitores ,e daqueles que quiseram desenvolver o método FAC em sua empresa para qualificação dos seus funcionários enquanto seres humanos . O que é FAC : força acelerada de crescimento, uma metodologia desenvolvida pelo NEPP para tornar consciente em um tempo reduzido as crenças limitadoras que impede o ser humano de manter o seu equilíbrio emocional assim o prejudicando no seu desempenho profissional. Através de nossa metodologia: estamos colocando a disposição dos nossos leitores a condição de criar a capacidade de reflexão,Incentivo para alcançar o sucesso e evolução . Estamos na era da informação, Informação é o que não só se acha nos livros, mas sim na transmissão de profissionais mais experientes com capacidade didática para transmiti-la. Conhecimento: é a capacidade de usar a informação. A competição global gera mercado cada vez mais exigente.
Precisamos desenvolver
Novas habilidades;
Novas atitudes;
Equilíbrio emocional;
Qualidade de vida.
segunda-feira, 15 de julho de 2013
Divas Insanas.
Divas Insanas.
A base de cada sociedade humana é o processo de trabalho, seres humanos cooperando entre si para fazer uso das forças da natureza e, portanto, para satisfazer suas necessidades. O produto do trabalho deve, antes de tudo, responder a algumas necessidades humanas. Deve, em outras palavras, ser útil. Marx chama-o valor de uso. Seu valor se assenta primeiro e principalmente em ser útil para alguém. Este sentimento é muito arraigado nas mulheres, por isso elas disputam tanto. A partir deste ponto eu considero que às mulheres não conseguem perceber o seu valor real. Para se tornar irresistível..., mulherão tem que partir do preceito de que elas são produtoras de natureza; (pois só elas podem gerar filhos)..., que consideram de sua posse . Tem quem aprender a doar..., ou melhor, dividir. O dividir ao dar ao doar como queiram é que deixa os homens..., loucos atrás de vocês querendo cada vez mais; estar sem estar dar sem se entregar; ser dominada para dominar são alguns temas que eu trabalho.
"Se Você possui conhecimento, deixe os outros acenderem suas velas nele". Margaret Fuller filósofa.
Bom aqui é parte do meu artigo e livro que desenvolvo a partir do workshop Divas insanas. Se você se interessar venha fazer uma consulta como se tornar um mulherão irresistível. Quem entende o que é ser mulher! O que a mulher pode dar melhor de si para um homem é só o homem, psiquicamente pode falar. Até por que a mulher é concorrente de mulher. Até a próxima dica beijos.
domingo, 14 de julho de 2013
Competenciais Emocionais.
Cada pessoa se motiva de uma forma diferente, mas algumas premissas e características se igualam. A grande maioria das pessoas se motiva com a possibilidade de ver os seus sonhos realizados. Esses sonhos vêm moldados das mais diversas formas. Podem estar em palavras ou gestos, no reconhecimento de um trabalho bem feito, num elogio, na possibilidade de crescimento, numa palavra de compreensão e carinho.
A motivação é um ato de simplicidade e cumplicidade com o ser humano, e passa por uma ruptura de paradigmas. É importante que passemos a olhar as pessoas que trabalham na nossa equipe com olhos atentos, com uma visão diferente, preocupados com as suas particularidades. A empresa é um todo, formada pelo somatório individual de idéias, sentimentos, sonhos, angústias, expectativas e realizações. É na harmonia dessas emoções que o verdadeiro maestro conseguirá a sinfonia perfeita.
Por essas razões, o maior investimento de uma empresa deve estar nas pessoas, pois é nelas que está o poder da decisão em fazer ou não fazer, em fazer tudo ou só uma parte, em fazer correto ou mais ou menos, em fazer agora ou depois.... Como gestores de empresas, devemos, obrigatoriamente, saber que estamos num novo tempo, um tempo de competências definindo sobrevivência e que a imagem de sua empresa está em uma equipe emocionalmente integrada e equilibrada.
" Competências emocionais."
O quanto somos capazes de reconhecer as necessidades individuais:
Escuta não verbal.
O quanto podemos nos automotivar diante de insistentes questionamentos:
"Comunicação adversativa ou paradoxal": é levar o receptor a fazer ao contrário do que ele esta praticando. por Sérgio Costa
Enfim, o quanto somos capazes de enfrentar o maior desafio:
Comunicação promotora e responsabilidade: mostrar ao receptor que ele só ele, é ele mesmo pode decidir sobre si próprio.tecnologia NEPP
A autopercepção do corpo dentro do aparelho mental: com frequência a nossa atenção nos problemas emocionais que nos afetam, nossos afetos.
Comunidad de Aprendizaje
"Comunidad de Aprendizaje"
Esta etapa de la evaluación fue desarrollada en conjunto con el NEPP (Núcleo de Estudios y Pesquisas em Psycoanalise - una instituicionne de Belo Horizonte) ; el texto fue desarrollado por Dr. Sérgio Costa, bajo la supervisión del equipo de evaluación del Proyecto. El objetivo general de la participación de psicoanalistas del NEPP era explorar, en la vida cotidiana, atributos relacionados con personas, contexto y dinámica evolutiva, necesarios para conquistar una ciudadanía plena. Específicamente, se buscaba identificar los atributos personales y analizar el impacto de un determinado contexto educativo en el comportamiento social de la comunidad, así como también testear el modelo propuesto de construcción de conocimiento (enseñanza-aprendizaje), considerándolo un instrumento clave para obtener una visión más amplia de Ia reinserción social del grupo y del retorno a la sodedad en la que se proponía el trabajo. En fin, la idea era profundizar la percepción de si mismo (tomando conciencia de las motivaciones inconscientes que permean la conducta), de sus valores personales y de la imagen que el grupo se fornia de cada uno de sus miembros.
"El curso me abrió una nueva visión del mundo, una cosmovisión. Hizo fluir en mi más clara y objetivamente la cuestión de los valores; por eso debenios respetar y valorar las experiências y conocimientos de cada ser humano. El curso dio a cada participante la oportunidad de ser diferente sin desautorizar las diferencias de los otros."
Las actividades desarrolladas en el Módulo IV del curso de perfeccionamiento apuntaron a la integración colectiva, por médio de la reflexión sobre el estar dentro/ fuera del grupo, para conocer el propio psiquismo y, a través de ese autoconocimiento, valorar, entender y aceptar ai otro ea su ambiente, ayudándolo a mejorar su autoestima, y a fortalecer su identidad y su acción ciudadana. Se privilegiaron entonces las prácticas y acciones de mejora ambiental capaces de potenciar la vida en los espacios comunitários Prof. Sérgio Costa
sábado, 6 de julho de 2013
Produção X Produtividade
por Sérgio Costa.
Produção X Produtividade. A intensificação do trabalho traz mudanças em diversos traços psíquicas nos indivíduos, pois o ambiente de trabalho não se separa da forma como vivem e com os outros homens. O individuo, no ato do trabalho, traz um intrínseco do seu ser: a formação cultural, o lado intelectual , o aprendizado , a suas emoções e sua subjetividade.
Se hoje, estão com uma intensificação material e imaterial, além de aumento na demanda de trabalho intelectual, nesta era da informação e informatização, nos viveremos também um momento de mudança de contexto individual; intelectualização, encrudescimento. Tornam-se competências necessárias para gerir estas mudanças. Comparando às mudanças de âmbito organizacional. Pela visão e colocação dos fatos expostos vivemos um momento no qual não é mais possível fugir de si mesmo. Um momento que se faz um imperativo para a autodescoberta, a autopercepção, a autoavaliação, a "Ser artista é se afirmar enquanto sujeito que sente e percebe o mundo". É encontrar esse centro de si mesmo e girar, se mover ora entorno da cultura que nos cerca, ora em torno do acaso que nos permeia, ora entorno da pessoa que amamos, mas sempre entorno de si mesmo. Essa parte é uma descoberta final, última, quando percebemos que toda nossa obra, foi apenas a obra de nós mesma, autoafirmação. Os artistas são muito auto, muito eu.
segunda-feira, 10 de junho de 2013
O que é resiliência, posso aprender a ser resiliente?
PorSérgio Costa
Se
você não nasceu resiliente, se você é do tipo que se abate até porque não te
convidaram pra festa que nem queria ir, se abate até com o vizinho que não te
cumprimentou, ainda assim dá pra desenvolver resiliência, dá pra aprender a ser
flexível e superar. Diante dos problemas ocorre sempre uma desintegração
psíquico-emocional. Para encontrar novas formas de lidar com a vida,
existem sete fatores importantes: estes sete fatores foram selecionados por serem
bem concretos, e podem ser aprendidos no processo terapêutico; Os fatores
da resiliência são: administração das emoções é a habilidade de se manter
sereno diante de um problema. E também a capacidade de usar as pistas e “ler”
as outras pessoas, pra saber o que fazer. Estudos têm demonstrado que
nosso cérebro tem a capacidade de se moldar diante dos acontecimentos
vivenciados em nosso dia-a-dia, sendo que o ambiente em que estamos inseridos
tem grande papel transformador. Nesse sentido, nossa capacidade de renovação é
completa. E não podia ser diferente com nossos pensamentos, atitudes e formas
de assimilação para determinados acontecimentos. Na verdade, a maior certeza
que temos é que o ser humano é único e diferente. Logo, há diferenças
comportamentais em cada indivíduo. Certas pessoas tornam-se resignadas e acabam
aceitando, passivamente, os dissabores da vida. Essa resignação compromete a
ação de lutar contra o que ocorre, e a renúncia gera a acomodação frente a cada
situação diferente e nova. Outras são, totalmente, reativas. O ambiente é que
comanda sua satisfação pela vida. Suas reações são reclamar e praguejar, sendo
que nem ao menos tomam alguma atitude efetiva para a mudança. A revolta é uma
das principais características de comportamento. Mas, há aquelas que além de
confrontarem as situações, enfrentam as tensões com desenvoltura, fazendo de
cada experiência um aprendizado positivo. Ao invés de focarem no problema,
focam na solução. Ou seja, desenvolveram ao longo da vida, um comportamento
resiliente. Sabiamente, Carlos Drumond de Andrade, escreveu: “A dor é
inevitável. O sofrimento, opcional”. Pois, sua lucidez poética
já reverenciava uma das maiores capacidades humanas, atualmente muito discutida
e valorizada, tanto na esfera pessoal quanto na corporativa: a Resiliência.
Este termo provém das Ciências Exatas, especificamente, da Física; onde se
define que Resiliência é a capacidade que um elemento tem em retornar ao seu
estado inicial, após sofrer uma influência externa. Por mais que ele seja
pressionado, o mesmo retorna ao seu estado original sem deformação.Saímos da
Ciência Lógica e entramos na humana definição de Resiliência. Não é por
casualidade que a palavra "desenvolveu" foi adicionada na frase
acima. Todos nós podemos ser resilientes. A Resiliência não é um traço de
caráter hereditário que possuímos ou deixamos de possuir. Trata-se de uma
conquista pessoal. Não é à toa que a superação e o crescimento humano são
potencializados em momentos de dificuldade! O ser humano precisa enfrentar
desafios para testar seus próprios limites. Quantos de nós já não vivenciamos
situações de total dificuldade e quando pensávamos que não haveria mais saída,
tempo ou solução, acabamos reabastecendo nos de mais energia ainda? Para
responder tal questionamento, destaco duas variáveis fundamentais para o
fortalecimento da Resiliência: disciplina e autoconfiança. A primeira vem
através do tempo. Esta nos ensina que nosso processo evolutivo é construído
diariamente; pois, o problema não está em nossa realidade, mas na forma como a
interpretamos. Sabemos que não somos senhores do tempo, nem podemos evitar
todas as situações desagradáveis; mas, a maneira como reagimos a elas é que
definirá o nosso sucesso. Quanto à autoconfiança, essa é a maior característica
do comportamento resiliente. A superação só acontece porque, antes de tudo,
acreditamos em nosso potencial regenerativo, em nossa capacidade de crer e agir
em prol do positivo. Outra análise que pode ser feita, é que a baixa
Resiliência tem legitimado a não permanência de muitos profissionais no mercado
corporativo, pois nunca, em momento algum, fomos tão cobrados pela nossa
capacidade de flexibilização diante das dificuldades. O indivíduo que não
consegue gerenciar e reverter uma situação adversa, precisa mudar o foco,
ajustar as velas, "resignificar" o seu modo de vida, para que tais
obstáculos e acontecimentos diários sirvam como promoção de seu desenvolvimento
pessoal e profissional.
domingo, 9 de junho de 2013
O poder da comunicação global e da mídia deve ser pensado
Por Sérgio Costa
O
mundo está globalizado, diferente de outras épocas que a humanidade já viveu.
Atualmente todos sabem de tudo. As informações correlatas a população de
determinada região do globo já não ficam limitadas a elas somente.
Cada espectador dos acontecimentos em sua região
analisa, pensa a respeito do que se vê, ou seja, reage a tudo. Em
cada lugar do mundo as coisas acontecem, em cada grande ou pequeno
espaço, onde houver gente, as percepções humanas surgirão também.
Na
verdade sempre haverá uma reação por parte de todos nós diante de tudo que
vivenciamos, inegavelmente. O que ocorre no mundo é notícia na TV, no rádio,
jornal e internet. Alguém morre, ficamos sabendo 10 minutos depois.
A
maioria das pessoas sabe das principais manchetes internacionais, portanto
estamos percebendo mais o mundo. Como normalmente a mídia não enfatiza as boas
notícias de cada região, preferindo notificar o caos, a violência, a dor e a
guerra, (porque dá mais audiência), há uma tendência de percebermos o mundo
também de forma negativa, isso porque a dor de poucos em uma guerra isolada,
muitas vezes se transforma em um sofrimento mundial por causa do noticiário. O
medo de algumas dezenas de pessoas, por exemplo, pode influenciar no outro lado
do continente, milhares e milhares. O poder da comunicação global e da
mídia deve ser pensado, porque possui força capaz de aflorar emoções,
sentimentos e pensamentos. Como sabemos, nem sempre positivos, ainda mais
se levarmos em conta os conflitos emocionais inerentes a natureza humana.
É
ai que os psiquismos dos lugares começam a se formar, a partir das observações
pensantes somadas aos sentimentos de cada ser. Mas nos podemos mudar esta
situação, trabalhando o nosso psiquismo, educando as novas gerações.
Por Sérgio Costa
Durante um bom tempo Belo Horizonte
obteve o título de "Cidade Jardim". Ainda hoje a quantidade de verde
preservado impressiona. São mais de 2 milhões de árvores, incluindo ruas,
parques e praças. O belo-horizontino tem o dobro de área verde recomendada pela
Organização Mundial de Saúde (OMC). São 500 praças que contribuem para uma
melhor qualidade de vida na cidade. Lugares para a prática de esportes,
manifestações culturais e recreação. Não podemos
perder este titulo. Ser belo-horizontino é curtir este espaço ver às crianças
brincando, bater um bom papo com os amigos. Com amplas avenidas, praças e
áreas arborizadas, Belo Horizonte, a capital mineira, orgulha-se de ser uma das
boas cidades do país para se viver. Carinhosamente chamada de Belô ou Beagá, a
cidade oferece interessantes áreas de visitação, casas de espetáculos com
intensa produção artístico-cultural, boa e diversificada gastronomia, rico
artesanato disponível em suas feiras e lojas especializadas, e mantém uma
gostosa característica – a hospitalidade mineira.
Assinar:
Postagens (Atom)








